Política de Independência Editorial

1. Objetivo e Princípios

Scientia Nexus: An International Journal of Interdisciplinary Research está comprometida com a preservação da independência, integridade, credibilidade e objetividade de seus processos editoriais.

A revista reconhece que a independência editorial é uma condição fundamental para uma comunicação científica confiável e para o avanço do conhecimento científico.

As decisões editoriais devem ser orientadas exclusivamente pelo mérito acadêmico, qualidade científica, padrões éticos, rigor metodológico, originalidade e relevância para os objetivos e escopo da revista.

A revista rejeita qualquer forma de influência indevida que possa comprometer o julgamento editorial.


2. Independência Editorial como Valor Fundamental

A independência editorial significa que as decisões relacionadas à avaliação, aceitação, revisão, rejeição, correção ou retratação de manuscritos são tomadas exclusivamente com base em critérios científicos e éticos.

As decisões editoriais não devem ser influenciadas por:

  • Interesses comerciais.
  • Considerações financeiras.
  • Relações publicitárias.
  • Acordos de patrocínio.
  • Interesses políticos.
  • Posições ideológicas.
  • Afiliações religiosas.
  • Pressões institucionais.
  • Relações pessoais.
  • Prestígio ou status dos autores.

A revista está comprometida em garantir que todas as submissões recebam uma avaliação justa, imparcial e baseada no mérito científico.


3. Relação entre a Editora e a Equipe Editorial

A Scientia Nexus é publicada pela Casa Editorial Setentrional.

A Editora fornece suporte administrativo, técnico, operacional e institucional para o funcionamento da revista.

Entretanto, a responsabilidade pelas decisões editoriais pertence exclusivamente à liderança editorial da revista.

A Editora não deverá:

  • Direcionar resultados editoriais.
  • Exigir aceitação ou rejeição de manuscritos específicos.
  • Influenciar recomendações do processo de revisão por pares.
  • Interferir em investigações editoriais.
  • Determinar conteúdos científicos com base em critérios não acadêmicos.

A existência de uma relação editorial não reduz a autonomia da revista.


4. Autoridade do Editor-in-Chief

O Editor-in-Chief possui responsabilidade principal pela direção científica e editorial da revista.

O Editor-in-Chief está autorizado a:

  • Supervisionar políticas editoriais.
  • Gerenciar processos de revisão por pares.
  • Tomar decisões finais de publicação.
  • Distribuir responsabilidades editoriais.
  • Iniciar investigações éticas.
  • Implementar correções, expressões de preocupação ou retratações quando necessário.

A autoridade editorial deve ser exercida de maneira responsável, transparente e em conformidade com as políticas estabelecidas pela revista.


5. Tomada de Decisão Editorial

As decisões editoriais são baseadas em:

  • Qualidade científica.
  • Rigor metodológico.
  • Conformidade ética.
  • Originalidade.
  • Relevância.
  • Contribuição para o conhecimento.

A revista não considera:

  • Nacionalidade.
  • Etnia.
  • Gênero.
  • Religião.
  • Opiniões políticas.
  • Prestígio institucional.
  • Status profissional.
  • Localização geográfica.

O mérito científico permanece como principal critério para publicação.


6. Independência da Revisão por Pares

A revisão por pares é um processo acadêmico independente.

Os editores não devem manipular, suprimir, alterar ou representar incorretamente recomendações dos pareceristas por razões não científicas.

As avaliações dos revisores devem ser consideradas cuidadosamente e de boa-fé como parte do processo de decisão editorial.

Embora as decisões finais permaneçam sob responsabilidade editorial, o processo de revisão não deve ser comprometido por interesses externos.


7. Conflitos de Interesse Editorial

Os editores devem declarar conflitos de interesse reais, potenciais ou percebidos que possam afetar decisões imparciais.

Os editores devem se afastar da avaliação de manuscritos quando houver conflitos, incluindo situações envolvendo:

  • Colaborações atuais ou recentes.
  • Vínculos institucionais compartilhados.
  • Relações pessoais.
  • Interesses financeiros.
  • Competição acadêmica.
  • Relações de orientação ou supervisão.

Quando necessário, outra supervisão editorial independente deverá ser designada.


8. Proteção Contra Influência Externa

A revista adotará medidas razoáveis para proteger os processos editoriais contra influência indevida proveniente de:

  • Autores.
  • Revisores.
  • Membros do Conselho Editorial.
  • Instituições.
  • Governos.
  • Grupos de interesse.
  • Agências financiadoras.
  • Entidades comerciais.
  • A própria Editora.

Tentativas de influenciar indevidamente decisões editoriais deverão ser documentadas e tratadas adequadamente.


9. Liberdade Editorial e Expressão Acadêmica

Os editores são incentivados a apoiar:

  • Debate científico.
  • Diversidade intelectual.
  • Pluralidade metodológica.
  • Liberdade acadêmica.

A revista acolhe pesquisas que representem diferentes perspectivas teóricas, tradições disciplinares e abordagens intelectuais.

As decisões de publicação não devem ser baseadas em concordância ou discordância com as conclusões apresentadas pelos autores.

A responsabilidade pelo conteúdo dos artigos publicados permanece com os autores.


10. Transparência e Responsabilidade

A independência editorial deve ser acompanhada de responsabilidade.

Os editores devem:

  • Seguir as políticas publicadas.
  • Manter transparência nos procedimentos.
  • Registrar ações editoriais relevantes.
  • Aplicar padrões de forma consistente.
  • Respeitar o devido processo em investigações.

A autoridade editorial deve sempre ser exercida em conformidade com o compromisso da revista com justiça e integridade.


11. Governança e Supervisão

O Conselho Editorial atua como órgão consultivo de apoio à missão científica da revista.

Os membros do Conselho contribuem com:

  • Conhecimento especializado.
  • Orientação científica.
  • Supervisão acadêmica.

Entretanto, não possuem autoridade para determinar decisões editoriais específicas relacionadas a manuscritos.

A revista incentiva uma governança colaborativa, preservando sua autonomia editorial.


12. Independência Financeira e Comercial

As decisões científicas devem permanecer totalmente separadas de considerações financeiras e comerciais.

Fontes de receita, patrocínios, parcerias, acordos publicitários, taxas de publicação ou outras relações financeiras não devem influenciar julgamentos editoriais.

A aceitação, rejeição, correção ou retratação de artigos jamais será determinada por interesses econômicos.


13. Compromisso com a Integridade

A independência editorial existe para proteger a integridade do registro científico.

A revista reconhece que a confiança pública na comunicação científica depende da certeza de que as decisões editoriais são tomadas de maneira justa, transparente e sem influência inadequada.

A proteção da independência editorial é uma responsabilidade compartilhada entre:

  • Editores.
  • Revisores.
  • Autores.
  • Editora.
  • Comunidade científica.

14. Revisão Contínua

A Scientia Nexus revisa periodicamente suas estruturas de governança e procedimentos editoriais para garantir que a independência editorial permaneça efetiva, transparente e alinhada aos padrões em evolução da publicação científica.

A revista permanece comprometida em fortalecer mecanismos que protejam a liberdade acadêmica e a integridade editorial.


15. Declaração Final

A Scientia Nexus afirma que a independência editorial é indispensável para a excelência científica.

A revista está comprometida em garantir que todas as decisões editoriais sejam baseadas exclusivamente no mérito acadêmico, responsabilidade ética e busca pelo conhecimento confiável.

Nem a Editora, nem interesses financeiros, pressões institucionais ou influências externas devem substituir o julgamento independente da equipe editorial no cumprimento da missão científica da revista.